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Como Refutar a Teoria Reformista Sobre os 144 Mil

 

 

Ao Irmão Jairo,

O meu questionamento é o seguinte: Onde os reformistas se baseiam para defender a sua fé que os 144.000 são todos os que morreram na fé da 3ª mensagem angélica desde 1844 até a vinda de Jesus? E onde posso eu ter base bíblica e no Espírito de Profecia para discernir o certo do errado a respeito deste assunto? Como posso eu mostrar a um reformista o certo e o errado?

Meu irmão mais velho era Adventista desde 1996, mas neste ano ele se tornou reformista há alguns meses. Eu quero mostrar pra ele a verdade.

Por favor seja claro e convincente.

Que o Senhor Jeová sempre te abençoe.

Rogério Moraes
IASD de Macapá-AP

 

Irmão Rogério,

Que a graça de Cristo Jesus esteja contigo. A crença de que os 144.000
seriam os que morreram na fé da mensagem do terceiro anjo desde 1844 até a
vinda de Cristo é abraçada não somente pelos reformistas, mas também por
alguns adventistas. Parece-me que esta se baseia nos estudos de Uriah Smith,
pois este cria desta forma. Todavia, analisando os testemunhos dados pelo
Senhor à Sua serva Ellen G. White, não podemos concordar com este
raciocínio.

Abaixo apresento uma pequena e objetiva explicação sobre o tema. Caso não
esteja suficientemente clara, por gentileza nos informe.

 

Citação 1

Com o Cordeiro, sobre o Monte Sião, "tendo harpas de Deus", estão os cento e quarenta e quatro mil que foram remidos dentre os homens; e ouve-se, como o som de muitas águas, e de grande trovão, "uma voz de harpistas, que tocavam com as suas harpas". E cantavam um "cântico novo diante do trono - cântico que ninguém podia aprender senão os cento e quarenta e quatro mil. É o hino de Moisés e do Cordeiro - hino de livramento. Ninguém, a não ser os cento e quarenta e quatro mil, pode aprender aquele canto, pois é o de sua experiência - e nunca ninguém teve experiência semelhante. "Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vai." "Estes, tendo sido trasladados da Terra, dentre os vivos, são tidos como as primícias para Deus e para o Cordeiro." Apoc. 14:1-5; 15:3. "Estes são os que vieram de grande tribulação" (Apoc. 7:14); passaram pelo tempo de angústia tal como nunca houve desde que houve nação; suportaram a aflição do tempo da angústia de Jacó; permaneceram sem intercessor durante o derramamento final dos juízos de Deus. Mas foram livres, pois "lavaram os seus vestidos, e os branquearam no sangue do Cordeiro". "Na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis" diante de Deus. "Por isso estão diante do trono de Deus, e O servem de dia e de noite no Seu templo; e Aquele que está assentado sobre o trono os cobrirá com a Sua sombra." Apoc. 7:15. Viram a Terra devastada pela fome e pestilência, o Sol com poder para abrasar os homens com grandes calores, e eles próprios suportaram o sofrimento, a fome e a sede. Mas "nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem Sol nem calma alguma cairá sobre eles. Porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará, e lhes servirá de guia para as fontes das águas da vida; e Deus limpará de seus olhos toda a lágrima". Apoc. 7:16 e 17.” O Grande Conflito, págs. 648, 649

O texto acima mostra que os 144.000 suportarão a “aflição do tempo de angústia de Jacó” e serão “trasladados da Terra, dentre os vivos”. O texto abaixo mostra que estes 144.000 que passarão pela “aflição do tempo de angústia de Jacó” conforme vimos acima, serão trasladados sem ver a morte. Os testemunhos dizem que o tempo de angústia de Jacó inicia-se depois do encerramento do período de graça para o homem, após expedir-se o decreto de morte contra os 144.000:

 

Citação 2

Vi que os quatro anjos segurariam os quatro ventos até que a obra de Jesus estivesse terminada no santuário, e então viriam as sete últimas pragas. Estas pragas enfureceram os ímpios contra os justos, pois pensavam que nós havíamos trazido os juízos divinos sobre eles, e que se pudessem livrar a Terra de nós, as pragas cessariam. Saiu um decreto para se matarem os santos, o que fez com que estes clamassem dia e noite por livramento. Este foi o tempo da angústia de Jacó. Então todos os santos clamaram com angústia de espírito, e alcançaram livramento pela voz de Deus. Os cento e quarenta e quatro mil triunfaram. Sua face se iluminou com a glória de Deus.” Primeiros Escritos, págs. 36, 37

O testemunho abaixo afirma que os 144.000, que como vimos pelos testemunhos apresentados acima, passarão pelo tempo de angústia de Jacó, serão trasladados “sem ver a morte”:

 

Citação 3

O Tempo de Angústia

Vi os santos deixarem as cidades, e vilas, reunirem-se em grupos e viverem nos lugares mais solitários da Terra. Anjos lhes proviam alimento e água, enquanto os ímpios estavam a sofrer fome e sede. Vi então os principais homens da Terra consultando entre si, e Satanás e seus anjos ocupados em redor deles. Vi um impresso, espalhado nas diferentes partes da Terra, dando ordens para que se concedesse ao povo liberdade para, depois de certo tempo, matar os santos, [este é o decreto de morte, que como vimos acima inaugura o tempo de angústia de Jacó] a menos que estes renunciassem a sua fé estranha, abandonassem o sábado e guardassem o primeiro dia da semana.

Mas nessa hora de provação os santos estavam calmos e tranqüilos, confiando em Deus e descansando em Sua promessa de que um meio de livramento lhes seria preparado. Em alguns lugares, antes do tempo para se executar o decreto, os ímpios caíram sobre os santos para os matar; mas anjos, sob a forma de homens de guerra, combatiam por eles. Satanás desejava ter o privilégio de destruir os santos do Altíssimo; Jesus, porém, ordenou a Seus anjos que vigiassem sobre eles. Deus queria ser honrado fazendo um concerto com aqueles que haviam guardado Sua lei, à vista dos gentios em redor deles; e Jesus queria ser honrado, trasladando, sem que vissem a morte, os fiéis e expectantes, que durante tanto tempo O haviam esperado.” Primeiros Escritos, págs 282, 283

O testemunho acima mostra que Deus trasladará, “sem que vejam a morte”, os santos que passarem pelo tempo de angústia de Jacó.

 

Citação 4

Os testemunhos nos afirmam que estes são os 144.000:

Com o Cordeiro, sobre o Monte Sião, "tendo harpas de Deus", estão os cento e quarenta e quatro mil que foram remidos dentre os homens; e ouve-se, como o som de muitas águas, e de grande trovão, "uma voz de harpistas, que tocavam com as suas harpas... "Estes, tendo sido trasladados da Terra, dentre os vivos, são tidos como as primícias para Deus e para o Cordeiro." Apoc. 14:1-5; 15:3. "Estes são os que vieram de grande tribulação" (Apoc. 7:14); passaram pelo tempo de angústia tal como nunca houve desde que houve nação; suportaram a aflição do tempo da angústia de Jacó; permaneceram sem intercessor durante o derramamento final dos juízos de Deus. Mas foram livres, pois "lavaram os seus vestidos, e os branquearam no sangue do Cordeiro".” O Grande Conflito, págs. 648, 649

Os testemunhos, conforme vimos acima, afirmam que os 144.000 que passarão pelo tempo de angústia de Jacó serão trasladados “sem ver a morte”. Percebemos portanto que, de acordo com a luz dos testemunhos, não é verdadeira a afirmação de que pessoas que passarão pelo sono da morte farão parte dos 144.000.

Que Deus o abençoe,

Jairo Carvalho


Ôpa, Discordo!

Discordo do irmão Jairo ao afirmar que os 144000 não passaram pela experiência da morte.

Essa afirmação exclui deste grupo até mesmo o próprio Moisés que já passou pela experiência da morte. Como isso é possível se os 144000 são os únicos que aprenderão o cântico do Cordeiro, que venceu a morte, e o cântico de Moisés. Como pode existir um cântico, cujo autor não o conheça?

Estou disponibilizando a última atualização de um estudo que preparei sobre o tema, para uma análise do irmão que solicitou esclarecimentos ao irmão Jairo. Espero que possa ser útil a outros internautas.

Um grande abraço.

Seu irmão, amigo e servo em Cristo.

Milton Figueiredo

 

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